Mas pode me chamar de Mari. Afinal, este é um dos espaços mais íntimos que existem para mim.

A arte veio como uma linguagem para que eu pudesse me expressar, compreender o mundo e colocar nele a minha própria versão de ver as coisas.
Criar nunca foi apenas sobre fazer algo bonito. Foi uma forma de tocar o invisível e dar forma ao que sinto.
Comecei pela cerâmica, pela relação com a terra, com o tempo e com o gesto. Mas hoje minha expressão se expandiu.
Me reconheço como artista plástica, explorando uma linguagem plural que mistura cerâmica, porcelana, cristais, acrílico, telas e papel machê.